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  • Ocean thermal fronts are produced daily "detected" with the SIED algorithm - Single Image Edge Detection (Cayula and Cornillon, 1992) applied of the sea surface temperature in the HYCOM model (HYbrid Coordinate Ocean Model) available at DEIMOS and provided / supplies by IH.

  • Ocean thermal fronts are produced daily "detected" with the SIED algorithm - Single Image Edge Detection (Cayula and Cornillon, 1992) applied to satellite images of the sea surface temperature (SST), made available by the CMEMS (Copernicus Marine Environment Monitoring Service) and DEIMOS, is run by Meteo France CMS over EUROPE.

  • Localização das Estações de Monitorização da Qualidade do Ar da Região Autónoma dos Açores.

  • O Mapa de Conflitos Nocturnos em Zonas Sensíveis é um dos elementos constituintes do projecto da Carta de Ruído do Município do Montijo. Nesta carta são avaliados os conflitos nocturnos nas áreas classificadas como sensíveis.

  • O Mapa de Ruído Diurno é um dos elementos constituintes do projecto da Carta de Ruído do Município do Montijo. Nesta carta é avaliado o impacto no território das fontes de ruído diurno.

  • O Atlas Urbano 2006 é uma iniciativa da Comissão Europeia com o apoio da Agência Espacial Europeia e da Agência Europeia do Ambiente, em conjunto com os Estados-Membros. É uma cartografia temática produzida a partir de imagens de satélite, disponível em formato vetorial, com uma Unidade Mínima Cartográfica (UMC) de ≥0.25 hectares e com um sistema de classificação com 20 classes. Para o território nacional está disponível para nove cidades portuguesas (Aveiro, Braga, Coimbra, Faro, Funchal, Lisboa, Ponta Delgada, Porto e Setúbal). Informação mais detalhada pode ser obtida em http://mapas.dgterritorio.pt/atom-dgt/pdf-cous/AtlasUrbano/Temas_de_Muito_Grande_Resolucao_(VHRL)_2012_para_Portugal.pdf

  • O Decreto-Lei n.º 152-D/2017, de 11 de dezembro, que revoga o Decreto-Lei n.º 6/2009, de 6 de janeiro, estabelece o regime de colocação no mercado de pilhas e acumuladores e o regime de recolha, tratamento, reciclagem e eliminação dos respetivos resíduos, retificado pela Declaração de Retificação n.º 18-A/2009, de 6 de março, e alterado pelos Decretos-Leis n.ºs 266/2009, de 29 de setembro, 73/2011, de 17 de junho, e 173/2015, de 25 de agosto. De acordo com o referido enquadramento legal, os utilizadores finais estão obrigados a proceder à entrega dos resíduos de pilhas e acumuladores portáteis que detenham, sem quaisquer encargos, em pontos de recolha seletiva destinados para o efeito. A rede de recolha seletiva de resíduos de pilhas e acumuladores portáteis, constituída por estes pontos de recolha, é estruturada a partir da conjugação de: ·Sistemas municipais, intermunicipais e multimunicipais, criados no âmbito das atribuições autárquicas de recolha de resíduos urbanos ·Distribuidores, que asseguram a retoma de resíduos de pilhas e acumuladores portáteis ·Outros pontos de recolha instalados por uma das entidades gestoras licenciadas, designadamente em unidades de saúde e escolas Os distribuidores de pilhas e acumuladores portáteis estão obrigados a aceitar a devolução dos respetivos resíduos, independentemente da sua composição química e da sua origem, sem encargos para os utilizadores finais e sem que estes tenham de adquirir novas pilhas ou acumuladores. Para esse efeito, aqueles são obrigados a dispor nas suas instalações de recipientes específicos para recolha seletiva de resíduos de pilhas e acumuladores portáteis em local bem identificado e acessível.

  • Localização dos operadores de óleos alimentares usados