Plano de Urbanização da Cidade de Amarante. Plano municipal de ordenamento do território, elaborado nos termos do Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial (RJIGT) (na sua atual redação, o Decreto-Lei n.º 80/2015, de 14 de maio). O Plano de Urbanização da Cidade de Amarante estrutura o uso e a ocupação do solo e estabelece o regime de uso do solo, o seu aproveitamento urbanístico, e as orientações para a sua concretização. O Plano de Urbanização abrange a área correspondente à UOPG da Cidade de Amarante, delimitada no Plano Diretor Municipal, integrando o perímetro da cidade e os solos rústicos intersticiais e complementares indispensáveis ao seu funcionamento e enquadramento, perfazendo uma área de 888,33 ha. Consulte a dinâmica associada a este Instrumento de Gestão Territorial em: https://snit-sgt.dgterritorio.gov.pt/igt.
Cartografia Topográfica Vetorial homologada: PRODUÇÃO DE CARTOGRAFIA NUMÉRICA VECTORIAL NA ESCALA 1/5.000 PARA O ESTUDO PRÉVIO DA EN125-CIRCULAR DE OLHÃO
Cartografia Topográfica Vetorial homologada: Cartografia 1:5000 do Município de Vila do Conde (16000 hectares)
Cartografia Topográfica Vetorial homologada: Produção de Cartografia na Escala 1/5000 para o Estudo de Viabilidade da EN222-A32 Nó de Canedo / Serrinha
A cartografia das zonas ameaçadas pelo mar foi elaborada para a Direção Regional do Ambiente (XI Governo Regional dos Açores) e pela Fundação Gaspar Frutuoso através do estudo “Reserva Ecológica Regional – Caracterização dos Perigos em termos dos Recursos Naturais e delimitação das respetivas Áreas Vulneráveis a considerar no Ordenamento do Território da Região Autónoma dos Açores”, concluído em 2011 e desenvolvido no âmbito do projeto SOSTMAC- Atuações Sustentáveis nos Espaços Naturais da Macaronésia da Iniciativa Comunitária PCT-MAC 2007-2013. Este conjunto de dados integra os Conjuntos de Dados de Elevado Valor/HVD identificados de acordo com o Regulamento de Execução n.º 2023/138 da Diretiva (UE) 2019/1024, relativa aos dados abertos e à reutilização de informações do setor público.
Na região do Algarve a “Brecha Algarvia” é uma variedade de calcário ornamental que desde há largos anos é explorada entre São Brás de Alportel e Tavira, sem que para tal alguma vez tenham sido realizados estudos geológicos adequados ao planeamento mineiro e sua integração no ordenamento do território. Para estes propósitos e visando também a salvaguarda dos recursos existentes, a Direção Regional do Algarve do Ministério da Economia coordenou a execução do “Projecto de Valorização Global – Brecha Algarvia” no âmbito do qual o Instituto Geológico e Mineiro foi responsável pela execução do Sub-Projecto I: “Estudos Geológicos de Caracterização do Recurso “Brecha Algarvia”. Decorrente destes estudos que incluíram sondagens mecânicas com recuperação de testemunho, foi elaborada a cartografia geológica dos recursos nesta variedade de calcários ornamentais.
Produção de Cartografia Vetorial à escala 1: 5 000, NdD2, para o Municipio de Felgueiras A área a cartografar tem a dimensão de aproximadamente 12 140ha. Para a aquisição da cartografia vetorial o sistema de referência utilizado foi o ETRS89-TM06.
Cartografia Topográfica Vetorial homologada: Todo o concelho da Covilhã com exceção de cerca de 3000 hectares correspondentes ao processo nº 139.
Cartografia Topográfica Vetorial homologada: Elaboração de cartografia à escala 1:5000 para o sublanço Abrantes a Alferrarede - A23_372.72 hectares