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  • O Mapa Anual de Culturas Agrícolas Temporárias (MACAT) é um produto do Sistema de Monitorização da Ocupação do Solo (SMOS), uma iniciativa inovadora, concebida e desenvolvida pela Direção-Geral do Território, com o objetivo de produzir de forma contínua informação cartográfica sobre o uso e ocupação do solo. O SMOS utiliza os mais recentes desenvolvimentos das tecnologias do espaço e Inteligência Artificial para criar produtos com mais detalhe, qualidade, rapidez e disponibilizados com política de dados abertos. Todos os produtos podem ser visualizados no viSMOS (https://smos.dgterritorio.gov.pt/vi-smos). O MACAT é um produto experimental, resultando de atividades de investigação e desenvolvimento da DGT, sendo os utilizadores incentivados a reportarem para smos@dgterritorio.pt uma análise crítica sobre a utilização do mapa. O MACAT foi criado com o objetivo de fornecer informação complementar à Carta de Ocupação do Solo Conjuntural (COSc), tendo uma frequência de produção e atualização anual, e um formato raster com pixels de 10 m. Foram produzidas duas edições experimentais para o ano de 2020 e 2021. O MACAT classifica a agricultura anual dentro das áreas de agricultura temporária delimitadas na Carta de Uso e Ocupação do Solo (COS) de 2018, especificamente as classes 2.1.1.1 e 2.1.1.2 (a nomenclatura da COS é descrita em https://www.dgterritorio.gov.pt/sites/default/files/documentos-publicos/ET-COS-1995-2007-2010-2015-2018-v1.pdf). Dentro desse perímetro, o MACAT disponibiliza informação adicional para as áreas da COSc classificadas como Culturas anuais de outono/inverno e Culturas anuais de primavera/verão, especificamente as classes 211 e 212 (a nomenclatura das COSc é descrita em https://www.dgterritorio.gov.pt/sites/default/files/documentos-publicos/Nomenclatura_COSc.pdf). O MACAT inclui ainda os pixels classificadas na COSc como Matos, Vegetação herbácea espontânea e Superfícies sem vegetação (classes 410, 420 e 500) desde que ocorram dentro das áreas de agricultura temporária da COS2018. A nomenclatura do MACAT é composta por mais de 30 classes a identificar culturas agrícolas e outras ocupações (a nomenclatura do MACAT é descrita em https://www.dgterritorio.gov.pt/sites/default/files/ficheiros-cartografia/nomenclatura_macat.pdf). As culturas agrícolas correspondem a culturas anuais (e.g., trigo) selecionadas com base no Sistema de Identificação Parcelar (SIP) do Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP). A seleção das culturas é feita de forma independente nas 14 unidades de paisagem que dividem o território continental na metodologia de produção da COSc. Em cada unidade de paisagem, são selecionadas todas as culturas anuais que ocupam 1%, ou mais, da área do SIP na respetiva unidade de paisagem. Assim, o MACAT inclui todas as principais culturas anuais mesmo que a sua distribuição seja representativa apenas numa zona restrita do território. As restantes classes não agrícolas que integram a nomenclatura do MACAT são as três classes referidas acima (Matos, Vegetação herbácea espontânea e Superfícies sem vegetação) que podem ocorrer em áreas agrícolas da COS2018, por exemplo, como resultado de pousio ou outras práticas de gestão. O MACAT é produzido através de tecnologias espaciais e Inteligência Artificial, que inclui algoritmos de machine learning e regras de conhecimento pericial para classificar automaticamente séries multiespectrais e intra-anuais de dados de imagens óticas de satélite Sentinel-2. Para realizar este processo é construída uma base de dados espectral formada por compósitos mensais, índices espectrais e métricas intra-anuais de imagens Sentinel-2 para o ano agrícola em análise (i.e., de outubro 2020 a setembro 2021 para o MACAT2021). A base de dados de treino de cada classe para a classificação automática é obtida por processamento automático de informação auxiliar e por fotointerpretação. Se não está familiarizado com a disponibilização de dados geográficos através de serviços de visualização (e.g., WMS) e descarregamento pode consultar os Guias de Apoio na página de dados abertos da DGT (https://www.dgterritorio.gov.pt/dados-abertos).

  • A Carta de Ocupação de Solo Conjuntural (COSc) é um produto do Sistema de Monitorização da Ocupação do Solo (SMOS), uma iniciativa inovadora, concebida e desenvolvida pela Direção-Geral do Território, com o objetivo de produzir de forma contínua informação cartográfica sobre o uso e ocupação do solo. O SMOS utiliza os mais recentes desenvolvimentos das tecnologias do espaço e Inteligência Artificial para criar produtos com mais detalhe, qualidade, rapidez e disponibilizados com política de dados abertos. Todos os produtos podem ser visualizados no viSMOS (https://smos.dgterritorio.gov.pt/vi-smos). A COSc, anteriormente designada por Carta de Ocupação do Solo Simplificada (COSsim), foi criada com o objetivo de fornecer informação complementar à Carta de Uso e Ocupação do Solo (COS), tendo uma frequência de produção e atualização anual, e um formato raster com pixels de 10 m. Foram já produzidas três COSc experimentais para os anos de 2018, 2020 e 2021. A nomenclatura da COSc2018 é composta por três níveis de detalhe temático crescente, com 6, 9 e 13 classes nos níveis 1, 2 e 3, respetivamente. A produção da COSc2020 introduziu uma melhoria no detalhe temático na classe de agricultura, sendo esta dividida em três classes, resultando em 15 classes no nível 3. A nomenclatura da COSc e a descrição das classes é apresentada no documento Nomenclatura COSc (https://www.dgterritorio.gov.pt/sites/default/files/documentos-publicos/Nomenclatura_COSc.pdf). Os limites da COSc na fronteira com Espanha são os da Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP) versão 2018 e na zona costeira é utilizado um buffer de cerca de 2 km a partir da linha de costa. A COSc é produzida através de tecnologias espaciais e Inteligência Artificial, que inclui algoritmos de machine learning e regras de conhecimento pericial para classificar automaticamente séries multiespectrais e intra-anuais de dados de imagens óticas de satélite Sentinel-2. Para realizar este processo é construída uma base de dados espectral formada por compósitos mensais, índices espectrais e métricas intra-anuais de imagens Sentinel-2 para o ano agrícola em análise (i.e., de outubro 2019 a setembro 2020 para a COSc2020). A base de dados de treino de cada classe para a classificação automática é obtida por processamento automático de informação auxiliar e por fotointerpretação. A metodologia da COSc é adaptável ao ano da cartografia, existindo dois casos distintos. O primeiro consiste na produção da COSc para anos de referência, sendo este conceito associado à existência de uma versão da COS e ortofotomapas, como é o caso de 2018. O segundo caso consiste na produção da COSc para os anos intercalares, para os quais não existe uma versão da COS nem ortofotomapas, como é o caso de 2020. A COSc de referência beneficia da existência de mais informação de base e encontra melhores condições para a sua produção. A COSc intercalar está condicionada à informação existente e prevista de ser aplicada sempre que os ortofotomapas e uma versão atual da COS não estão disponíveis. Nos anos de referência será também produzida uma primeira versão da COSc com a aplicação da metodologia de produção das COSc intercalares. Para os anos de referência, a COSc final será produzida depois da produção da COS, promovendo-se a articulação entre a COS e a COSc. A metodologia de produção da COSc de referência pode ser consultada em Costa et al. (2022). As COSc intercalares são produzidas com base em metodologias de deteção e classificação de alterações com base em séries interanuais e intra-anuais de imagens do Sentinel-2. Nas áreas sem alterações a cartografia mantém a classe de ocupação do solo do ano anterior, garantindo-se a consistência espaciotemporal da série cartográfica. A versão atual da COSc2018 tem uma exatidão global de 83.0% (±3.1%), estimada com base numa amostra com 4018 pontos e para um nível de confiança de 95%. As COSc subsequentes não foram validadas, mas as suas exatidões globais deverão ser próximas da exatidão global da COSc2018. Uma comparação entre duas COSc (e.g., 2020 e 2021) não revela nem poderia revelar, todas as alterações que ocorreram no território devido à metodologia usada. Com efeito, a COSc intercalar capta dinâmicas anuais e por isso é normal que algumas alterações de ocupação não sejam representadas. Por exemplo, novas áreas urbanas ou novas áreas de culturas permanentes não são representadas na COSc intercalar (e.g., COSc2020). Assim, uma zona coberta de vegetação que seja cortada para dar lugar a edificações poderá permanecer representada como Superfície sem vegetação. Da mesma forma, novas áreas agrícolas, nomeadamente novas plantações de pomares, poderão ser representadas como Superfície sem vegetação ou Vegetação herbácea espontânea que predominam nessas áreas relativamente às copas das árvores de dimensões ainda reduzidas. O mapeamento das alterações do solo é dependente das observações feitas por satélite que poderão demorar algum tempo até captar um sinal espectral suficientemente estável que permita a sua classificação na classe de ocupação do solo mais adequada. Estas dinâmicas entre as classes são efetivadas nas COSc de referência, beneficiando-se da disponibilização de informação auxiliar mais completa, como os ortofotomapas e a COS. Importa também ter presente que certos elementos da superfície de dimensões próximas ao tamanho do pixel podem não estar representados na COSc quer por não serem observáveis por satélite quer por terem sido generalizados no âmbito da aplicação de regras de conhecimento pericial. A produção de uma nova COSc (e.g., 2021) inclui uma revisão das COSc anteriores (e.g., 2020 e 2018) levando à produção de novas versões para assegurar a compatibilidade espaciotemporal entre as cartas. As novas edições das COSc substituem as anteriores e passam a estar disponíveis no SNIG como indicado acima. Apesar do esforço para se garantir a consistência espaciotemporal é natural que uma comparação entre duas COSc (e.g., 2020 e 2021) ainda revele diferenças que não correspondem a alterações reais. Por exemplo, alternância entre culturas de outono/inverno e primavera/verão poderá ser influenciada por variações meteorológicas e práticas agrícolas interanuais que modificam a fenologia da vegetação captada pelos satélites e que ainda não estão bem acomodadas nos algoritmos. A COS continua a ser a cartografia de referência para planeamento e não deve ser substituída pela COSc. Importa ter sempre presente que a COSc retrata a ocupação do solo num ano específico e não o uso do solo. Por exemplo, uma área de uso florestal, pode ser classificada na COSc como Matos ou Vegetação herbácea espontânea se nesse ano estiver temporariamente desarborizada. A COSc é, portanto, uma cartografia de conjuntura, pelo que, em planeamento e gestão a médio prazo, a cartografia relevante continua a ser a COS. A COSc poderá ser útil em exercícios de planeamento e programação conjuntural. Os utilizadores são incentivados a reportarem para smos@dgterritorio.pt uma análise crítica sobre a utilização da cartografia. Se não está familiarizado com a disponibilização de dados geográficos através de serviços de visualização (e.g., WMS) e descarregamento pode consultar os Guias de Apoio na página de dados abertos da DGT (https://www.dgterritorio.gov.pt/dados-abertos). Citação: Costa, H.; Benevides, P.; Moreira, F.D.; Moraes, D.; Caetano, M., 2022. Spatially Stratified and Multi-Stage Approach for National Land Cover Mapping Based on Sentinel-2 Data and Expert Knowledge. Remote Sensing, 14, 1865, doi:10.3390/rs14081865 (https://doi.org/10.3390/rs14081865).

  • Os Mapas Intra-Anuais do Estado da Vegetação (MIAEV) são um conjunto de produtos do Sistema de Monitorização da Ocupação do Solo (SMOS), uma iniciativa inovadora, concebida e desenvolvida pela Direção-Geral do Território, com o objetivo de produzir de forma contínua informação cartográfica sobre o uso e ocupação do solo. O SMOS utiliza os mais recentes desenvolvimentos das tecnologias do espaço e Inteligência Artificial para criar produtos com mais detalhe, qualidade, rapidez e disponibilizados com política de dados abertos. Todos os produtos podem ser visualizados no viSMOS. (https://smos.dgterritorio.gov.pt/vi-smos). Os MIAEV resultam de atividades de investigação e desenvolvimento da DGT, sendo os utilizadores incentivados a reportarem para smos@dgterritorio.pt uma análise crítica sobre a utilização dos mapas. Os MIAEV são produtos raster com pixels de 10 metros e uma frequência de produção mensal que caracterizam o vigor vegetativo da vegetação através de indicadores quantitativos calculados com base em imagens de satélite Sentinel-2. Estes indicadores baseiam-se no índice de vegetação de diferença normalizada (NDVI) que está associado à verdura (“greenness”) da vegetação. O NDVI é a diferença entre a refletância da luz nas regiões do infravermelho próximo (IVP) e do vermelho (V), normalizada pela soma das mesmas refletâncias. Ou seja, a fórmula do NDVI é a seguinte: (IVP-V) / (IVP+V). Nos satélites Sentinel-2 estas refletâncias são registadas nas bandas 8 e 4. A fórmula do NDVI resulta num índice que varia entre -1 e 1. Quanto maior o NDVI, maior o vigor da vegetação. Os MIAEV são disponibilizados no mês seguinte a que dizem respeito, tendo a DGT iniciado a sua produção em maio de 2022. Os limites dos MIAEV coincidem com os limites da COSc, e dentro destes limites é aplicada uma máscara que remove zonas menos relevantes em termos de vegetação. A máscara aplicada é produzida com algumas classes temáticas da Carta de Uso e Ocupação do Solo (COS) de 2018. Estas classes, do nível 1 da nomenclatura da COS, são: Territórios artificializados, Espaços descobertos ou com pouca vegetação (exceto a classe Vegetação esparsa, do nível 4), Zonas húmidas, e Massas de água superficial. As máscaras são aplicadas a todos os MIAEV, exceto à Verdura da Vegetação (VV). Cada MIAEV usa o NDVI para a produção de indicadores quantitativos do estado da vegetação em termos absolutos ou em comparação com um período de referência com início em outubro de 2016. Os MIAEV têm como objetivo caraterizar periodicamente o vigor vegetativo da vegetação no território de Portugal Continental, nomeadamente vegetação em áreas agrícolas, florestais e de mato. Atualizados mensalmente, os MIAEV pretendem monitorizar a evolução da vegetação ao longo do tempo, permitindo acompanhar o ciclo fenológico da vegetação, incluindo estados de desenvolvimento de culturas e práticas agrícolas, detetar eventos de perda de vegetação por fogos ou cortes rasos, acompanhar a recuperação da vegetação pós-perturbação, e comparar variações interanuais do estado da vegetação que podem resultar de fatores meteorológicos e climáticos. Os MIAEV são os seguintes: Verdura da Vegetação (VV) - Caracteriza o vigor atual (mensal) da vegetação. O NDVI é calculado a partir de um mosaico composto por imagens Sentinel-2 com pixels de 10 m, o qual é criado a partir da mediana de várias imagens de diferentes datas do mesmo mês. O NDVI, que varia entre -1 e 1, é multiplicado por 100 e todos os valores negativos são reclassificados para zero. Assim, a VV varia entre 0 e 100. Percentil Homólogo da VV (PHVV) - Compara o vigor atual (mensal) da vegetação com o período histórico homólogo. O NDVI atual é calculado a partir do mesmo mosaico usado na Verdura da Vegetação (VV). O período histórico homólogo corresponde aos mosaicos mensais do Sentinel-2 obtidos no mesmo mês de anos anteriores desde outubro de 2016. Por exemplo, o PHVV do mês de maio de 2022 usa os meses de maio de 2017 a 2021 como período histórico. A comparação do NDVI atual com os valores históricos permite determinar o percentil do novo valor. Sendo um percentil, este MIAEV varia entre 0 e 100 e a sua interpretação é feita como qualquer percentil. Por exemplo, se o NDVI atual estiver no percentil 75, quer dizer que 75% dos valores históricos são mais baixos do valor atual, e apenas 25% são mais altos. Diferença Mensal da VV (DMVV) - Diferença entre o vigor da vegetação atual (mais recente) e do mês anterior (valor mais recente desse mês). Ao contrário dos MIAEV anteriores, o NDVI não é calculado a partir dos mosaicos compostos por imagens Sentinel-2. Neste MIAEV, o NDVI é calculado com a data mais recente dentro dos meses (atual e anterior). Se durante o mês atual não houver nenhuma observação Sentinel-2 (devido a nuvens), este MIAEV deixa os pixels vazios (sem dados). Se durante o mês anterior não houver nenhuma observação Sentinel-2 (devido a nuvens), é usado o NDVI mais recente de meses mais antigos. Por exemplo, a DMVV do mês de maio de 2022 usa o valor de NDVI mais recente desse mês e de abril para calcular a diferença. Se não houver valores de NDVI em abril (devido a nuvens), é usado o NDVI mais recente do mês anterior (março) e assim sucessivamente. Antes de calcular a diferença, os NDVI são multiplicados por 100 e todos os valores negativos são reclassificados para zero. Assim, os valores da DMVV variam entre -100 e 100. Se não está familiarizado com a disponibilização de dados geográficos através de serviços de visualização (e.g., WMS) e descarregamento pode consultar os Guias de Apoio na página de dados abertos da DGT (https://www.dgterritorio.gov.pt/dados-abertos).

  • Serviço de descarregamento dos ortofotos de 50 cm (CROA50) do ano de 2012. Ortoimagens do território de Portugal Continental adquiridas com câmara fotogramétrica digital, com resolução espacial (GSD) de 0,5 m, com quatro bandas espetrais (RGB+NIR), obtida por mosaico de fotografia aérea ortorretificada. Este conjunto de dados compreende uma divisão em 4742 ficheiros de 4 km x 5 km nas direcções E-O e N-S, respetivamente. Possui um período de renovação bianual.

  • Serviço de descarregamento dos Ortofotos Digitais de Portugal Continental - 2018.

  • Cartografia Topográfica de Imagem NdD1 para o Plano de Urbanização de Cantanhede.

  • Ortos para Plano de Pormenor do Paúl (UOPG10 do PDM e Áreas Adjacentes), Lagos

  • Serviço de descarregamento dos ortofotos de 50 cm. Ortoimagens do território de Portugal Continental adquiridas com câmaras fotogramétricas digitais, com resolução espacial (GSD) de 0,5 m, a quatro cores (RGB+IV), obtida por mosaico de fotografia aérea ortorectificada. Este conjunto de dados compreende uma divisão em 4763 ficheiros de 4 km x 5 km nas direcções E-O e N-S, respectivamente. Possui um período de renovação bianual.

  • Ortofotocartografia de 18 folhas SCN 10k do Concelho de Vila Velha de Rodão, numa extensão aproximada de 32991.16 hectares. Para a aquisição dos ortofotos o sistema de referência utilizado foi o ETRS89-TM06.

  • Serviço de descarreagamento dos ortofotos da Costa de Portugal Continental de 10 cm 2014-2015. Ortoimagens das zonas costeiras de Portugal continental.