Carta obtida por georeferenciação a partir dos ortofotomas de 2007 , produzida pela Divisão dos Sistemas de Informação geográfica (DSIG), entidade responsável pela manutenção e actualização dos dados.
Carta obtida por georeferenciação a partir dos Ortofotomapas Novembro de 2004 e posterior validação no terreno, produzida pela Divisão dos Sistemas de Informação, da Câmara Municipal de Sintra.
Carta obtida por georeferenciação a partir dos ortofotomapas de Novembro de 2004 e posterior validação no terreno, produzida pela Divisão dos Sistemas de Informação Geográfica (DSIG), da Câmara Municipal de SIntra (CMS).
Mosaico dos ortofotomapas escala 1:10.000 de 2005 que abrangem o concelho de Odivelas, resultantes do processo de execução de cartografia 1:10000
A Carta de Ocupação do Solo do Concelho de Redondo foi realizada com base no Corine Land cover de 2005, fornecido pela AMDE (Associação de Municípios do Distrito de Évora). A legenda foi reclassificada consoante o que se pretende representar pelo Gabinete SIGRED.
O Parque Natural do Douro Internacional (PNDI) integra parte dos concelhos de Miranda do Douro, Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta e Figueira de Castelo Rodrigo, tendo por limite leste o rio Douro e o seu afluente rio Águeda que definem a fronteira com Espanha. Tem uma área de 868,4 km2, Esta carta geomorfológica, à escala 1:150 000, foi produzida no âmbito do Projecto PNAT/CTE/15008/99, “Geologia dos Parques Naturais de Montesinho e do Douro Internacional (NE Portugal): Caracterização do Património Geológico”, executado pelo INETI (atual LNEG), em parceria com a Universidade do Minho, entre 2001- 2005. Na geomorfologia do PNDI destaca-se os vales fluviais do rio Douro e Águeda, de vertentes abruptas do tipo canhão fluvial (canyon), o Planalto Mirandês, continuação da Superfície Fundamental da Meseta, relevos residuais (cristas quartzíticas) e geoformas graníticas.
Cartografia Topográfica de Imagem homologada: Todo o concelho de Guimarães
Este conjunto de dados contém informação referente aos Espaços Verdes do Concelho de Guimarães, nomeadamente, os parques, jardins/canteiros, espaços verdes de envolvência (praças, rotundas, faixas separadoras e taludes) e árvores de alinhamento. Esta carta foi produzida a partir do conhecimento técnico dos serviços municipais e com base na interpretação visual de imagens aéreas ortorrectificadas. A informação cartográfica da Carta dos Espaços Verdes encontra-se em formato vectorial.
O Parque Natural de Montesinho (PNM) tem uma área de 750 km2, tendo por limite norte a fronteira espanhola, integra a parte norte dos concelhos de Vinhais e Bragança. Esta carta de geossítios, à escala 1:100 000, foi produzida no âmbito do Projecto PNAT/CTE/15008/99, “Geologia dos Parques Naturais de Montesinho e do Douro Internacional (NE Portugal): Caracterização do Património Geológico”, executado pelo INETI (atual LNEG), em parceria com a Universidade do Minho, entre 2001- 2005. Este documento integra o relatório sobre recursos e património geológico do PNM, correspondendo ao Anexo IV (Meireles et al., 2005). Geologicamente o PNM integra-se no limite entre os mantos parautóctones e alóctones da Zona Galiza – Trás-os-Montes (ZGTM) carreados sobre os terrenos autóctones da Zona Centro Ibérica (ZCI), em virtude do processo de obducção resultante do processo colisional entre os continentes Laurussia e Gondwana. Assim sendo, o PNM apresenta uma notável geodiversidade. Nesta região, para além das unidades autóctones, predominam unidades parautóctones, fundamentalmente metassedimentos e metavulcanitos paleozóicos; unidades alóctones da sinforma de Espinhosela do Maciço de Bragança, nomeadamente: alóctone inferior (xistos verdes e quartzofilitos); alóctone intermédio – ofiólito, crusta oceânica do Rheic (anfibolitos, metagabros, serpentinitos); alóctone superior, crusta continental e manto superior (gnaisses com eclogitos, blastomilonitos, granulitos e metaperidotitos). Há granitos pré-variscos intrusivos no alóctone, granitos variscos e filões básicos variscos e tardi-variscos. Esta diversidade geológica, associada ao rejogo alpino de falhas e carreamentos, vai condicionar fortemente a sua biodiversidade, dando origem a notáveis e diversas paisagens. Na área do PNM foram identificados, no âmbito do Projeto PNAT, cerca de 130 locais passíveis de ser classificados como geossítios, com relevância científica, pedagógica e turística de tipos diversos: mineralógico, petrológico, tectónico, paleontológico, mineiro e geomorfológico. Destes foram selecionados 33 geossítios assinalados nesta Carta de Geossitios do PNM (Meireles et al., 2005).
Quadriculas da cobertura cartográfica da Região Autónoma dos Açores às escalas 1:2000, 1:5000, 1:10000, 1:25000, 1:50000 e 1:200000, com as respetivas dimensões de 1600 m * 1000 m, 4000 m * 2500 m, 8000 m * 5000 m, 16000 m * 1000 m, 32000 m * 30000 m e 125000 m* 89800 m.