Localização Geográfica dos lugares que compõem as Freguesias do Concelho de Vale de Cambra
A Carta Geológica Simplificada do Parque Natural de Sintra-Cascais à escala 1:50 000 constitui uma edição conjunta do Parque Natural de Sintra Cascais (Instituto da Conservação da Natureza) e do Instituto Geológico e Mineiro que, para além da geologia, inclui também os geossítios deste Parque Natural.
A Carta Geológica Simplificada do Parque Natural da Ria Formosa, Reserva Natural do Sapal da Castro Marim e Vila Real de Santo António e Região envolvente constitui uma edição conjunta do Instituto Geológico e Mineiro (IGM), do Instituto de Conservação da Natureza (ICN), da Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Sto. António e do Parque Natural da Ria Formosa, que para além da geologia da região, possui também um layer com os principais sítios de interesse geológico.
Esboço de uma carta Geológica, na qual é representado o terreno quaternário da parte ocidental das bacias do Tejo e do Sado.
A Carta Hidrogeológica de Portugal à escala 1:1 000 000 foi editada em 1970 pela Direcção Geral de Minas e Serviços Geológicos (Ministério da Economia - Secretaria de Estado da Indústria) com a colaboração das Direcções Gerais dos Serviços de Urbanização e dos Serviços Hidráulicos. Constitui um documento cartográfico datado que sintetiza as características hidrogeológicas do território continental. Principais conteúdos legendados: 1) Unidades geológicas agrupadas e classificadas em função da variação da grandeza da permeabilidade em cada tipo de meio (poroso, cársico, fissurado); 2) Indicações relativas a nascentes (caudais e temperatura da água); 3) Indicações relativas a cursos de água superficiais; 4) Indicações relativas a captações de água (caudais de furos e capacidade de barragens).
O Projecto "Mapa Nacional de Corrosão Atmosférica" foi desenvolvido e coordenado no INETI – Instituto Nacional de Engenharia e Tecnologia Industrial, mais especificamente no Laboratório de Tintas e Revestimentos (LTR), pela Doutora Elisabete Almeida e sua equipa. Este projecto resultou de uma parceria entre várias empresas, Laboratórios de Estado e Universidades e decorreu entre 1989 e 1995. Toda a informação obtida foi divulgada através da edição de um Livro do INETI intitulado "Corrosão Atmosférica. Mapas de Portugal", M.Elisabete, M. Almeida e Mário G. S. Ferreira (editores) (ISBN: 972-676-161-1) (1997).
Carta de delimitação da REN de Alpiarça. Formato Matricial. A dinâmica da REN deste município está disponível para consulta em: https://snit-sgt.dgterritorio.gov.pt/ren.
Geological Map of the Algarve Region, scale 1:100 000, produced by the Geological Survey of Portugal in 1992, as part of systematic geological surveys of the Meso-Cenozoic coast of the Algarve.
Na região do Algarve a “Brecha Algarvia” é uma variedade de calcário ornamental que desde há largos anos é explorada entre São Brás de Alportel e Tavira, sem que para tal alguma vez tenham sido realizados estudos geológicos adequados ao planeamento mineiro e sua integração no ordenamento do território. Para estes propósitos e visando também a salvaguarda dos recursos existentes, a Direção Regional do Algarve do Ministério da Economia coordenou a execução do “Projecto de Valorização Global – Brecha Algarvia” no âmbito do qual o Instituto Geológico e Mineiro foi responsável pela execução do Sub-Projecto I: “Estudos Geológicos de Caracterização do Recurso “Brecha Algarvia”. Decorrente destes estudos que incluíram sondagens mecânicas com recuperação de testemunho, foi elaborada a cartografia geológica dos recursos nesta variedade de calcários ornamentais.
Esboço de uma Carta geológica de Portugal na escala de 1:500 000, da autoria de Nery Delgado e Paul Choffat, que teve por base o mapa geológico de Portugal de 1876. Esta carta foi levada por Nery Delgado a Londres, em setembro de 1888, por ocasião da 1ª sessão do Congresso Geológico. Pouco depois, esta mesma carta serviu ao engenheiro de minas espanhol D. Gabriel Puig y Larraz para a coordenação da parte portuguesa do “Mapa Geologico de España”, na escala de 1:400 000, publicada pelo serviço geológico espanhol.