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  • Modelo batimétrico construído com base na informação de sondagem do Instituto Hidrográfico (IH). Ano(s): 2009

  • Modelo Digital de Escoamento, criado com base num modelo digital do terreno com pixel de 25X25 metros. Este modelo de escoamento é um produto intermédio do trabalho de GeoCodificação de rios e bacias desenvolvido pelo IST. Serve de base para a geração, entre outros, dos limites das bacias hidrográficas e da rede hidrográfica hidrológicamente correta, que por sua vez serve para a produção das massas de água rios da DQA.

  • Modelo Digital do Terreno (MDT) de Portugal Continental com espaçamento de 25 m, construído a partir da Altimetria em formato vetorial à escala 1:50 000.

  • O “Atlas Nacional do H2 Verde Sustentável” é uma ferramenta baseada em informação georreferenciada que obedece a critérios definidos na construção de cenários para avaliar a adequabilidade da localização de projetos de produção de hidrogénio verde no que respeita a: (i) recursos necessários para alimentar os processos de produção de hidrogénio por eletrólise da água; (ii) condicionantes de uso do solo para a implementação das unidades de produção de hidrogénio verde, e (iii) fatores que potenciam a comercialização do hidrogénio produzido. Com base nesta ferramenta de “Atlas Nacional do H2 Verde Sustentável” aqui apresentam-se 4 mapas referentes a 4 cenários que identificam as “melhores” zonas para produção de hidrogénio verde de acordo com o racional de base de cada um destes cenários. Os 4 mapas representam os seguintes cenários: cenário A Diversificado, cenário B Seca e Rede de Gás e Transportes; cenário C Seca e consumidores de gás; cenário D Prospetivo. Cada cenário das melhores localizações de produção de hidrogénio verde foi construído com base em 3 sub-índices (i) proximidade de fontes de água, (ii) proximidade de fontes de energia e (iii) facilidade de colocação do H2 verde no mercado. O sub-índice de água é constituído por um máximo de 7 indicadores relativos à localização das seguintes fontes de água identificadas: massas de águas superficiais, estações de tratamento de águas residuais (ETARs), rede pública de abastecimento, água subterrânea, água do mar, irrigação com fins múltiplos, índice de escassez de água. O sub-índice de energia é constituído por um máximo de 6 indicadores, nomeadamente: exposição ao recurso solar, exposição ao recurso eólico onshore, exposição ao recurso eólico offshore, proximidade aos produtores de bioeletricidade, proximidade aos produtores de hidroeletricidade, proximidade à ligação à rede elétrica. Finalmente, o sub-índice do mercado é constituído por um máximo de 5 indicadores, entre os quais, a proximidade a: consumidores potenciais de H2 – indústria, consumidores potenciais de H2 – transporte, consumidores potenciais de H2 como matéria-prima, grandes fontes emissoras de CO2. Cada cenário final exclui da localização de projetos a ocupação do solo que se revela desadequada. Não se incluem para já a exclusão de zonas referentes: as servidões e restrições de utilidade pública, as áreas de RAN e REN, os Planos Ordenamento do terriório, PDM, as zonas de perigosidade SEVESO, as zonas protegidas no âmbito da Diretiva Quadro da Água, a sismicidade, as zonas de risco de cheia e/ou geologicamente instáveis (erosão, deslizamento, etc). Este Atlas não dispensa a análise detalhada dos projetos a localizar ao abrigo da legislação aplicável. A informação geográfica de base utilizada tem limitações inerentes no que respeita a data, escala, resolução e fontes. Além disso, a avaliação de viabilidade para um projeto concreto requer informação detalhada que extravasa as variáveis constantes neste Atlas e tem em conta outros fatores de decisão e de conformidade legal, que não podem ser considerados a esta escala.

  • Localização do NDB (Non directional beacon) do Pico - Equipamento de rádio-navegação aérea - SATA Gestão de Aerodromos

  • Carta de Risco de Incêndio Florestal do ano 2001 para o território de Portugal Continental. A geração da cartografia de risco de incêndio executada, baseou-se essencialmente na metodologia de análise multi-critério sugerida por Almeida et al. (1995) e por Chuvieco et al. , (1989), entre outros.