Documento formado por um conjunto de 6 folhas que integra as seguintes temáticas: A - Sistemas aquíferos: (folhas A1 e A2) - Cartografia dos sistemas aquíferos da orla algarvia. Correspondência entre as formações geológicas e a distribuição espacial e as características dos aquíferos. definição e individualização de sistemas aquíferos em rochas detríticas, carbonatadas e fissuradas; B - Vulnerabilidade dos Sistemas Aquíferos (folhas B1 e B2) – Indicação do grau de vulnerabilidade à contaminação das águas subterrâneas de acordo com a litologia, permeabilidade e tipos de aquíferos e identificação das fontes de contaminação; C - Hidroquímica pontual (folhas C1 e C2) – Indicação do quimismo dos pontos de água subterrânea quanto ao resíduo seco, dureza e fácies hidroquímica. Principais classes de água quanto à qualidade e sua distribuição espacial.
Mapa com informação sobre o grau de vulnerabilidade à contaminação das águas subterrâneas de acordo com a litologia e o grau de fracturação e indicação das principais fontes de contaminação na região do Douro Litoral e Alto Minho.
Colecção constituida por 1766 ortofotomapas criados no periodo de 1999 e 2000, 1101 ortofotomapas cobrem a Região do Minho e 665 cobrem a Região da Estremadura. Têm uma resolução de 30 cm e são a preto e branco, foram obtidos por mosaico de fotografia aérea orto-rectificada. Os voos foram efectuados com a câmara Wild RC20 dotada de FMC (utillização de sistemas de compensação de movimento de imagem) e equipada com um cone AVIOGON de 153,08 mm. Foram executados pela firma IMAER PORTUGAL.
Primeira edição da carta geológica de Lisboa, à escala 1:20 000, publicada em 1940 pelos Serviços Geológicos de Portugal, a partir dos trabalhos e das belíssimas minutas de campo de P. Choffat e de J. C. Berkeley-Cotter (obra póstuma).
A Carta Geológica de Portugal Continental à escala 1:2 000 000 foi preparada no âmbito da publicação do Atlas de Portugal do Instituto Geográfico Português em 2005.
O Parque Natural de Montesinho (PNM) integra a parte norte dos concelhos de Vinhais e Bragança, tendo por limite norte a fronteira espanhola. Tem uma área de 750 km2, correspondendo, respetivamente a cerca de a 44% e 37% das áreas destes concelhos. Esta carta temática, à escala 1:100 000, foi produzida no âmbito do Projecto PNAT/CTE/15008/99, “Geologia dos Parques Naturais de Montesinho e do Douro Internacional (NE Portugal): Caracterização do Património Geológico”, executado pelo INETI (atual LNEG), em parceria com a Universidade do Minho, entre 2001- 2005. Esta carta, baseada na geologia editada à época, das cartas 3-D (Espinhosela) e 4-C (Guadramil) à escala 1:50 000, e da Folha 2 da Carta geológica à escala 1:200 000, bem como em levantamentos inéditos da cartas 3-C (Vinhais), 7-B (Bragança) e 8-A (S. Martinho de Angueira) e do levantamento e reconhecimento de minas, pedreiras e ocorrências minerais no PNM. Este documento integra o relatório sobre recursos e património geológico do PNM, correspondendo ao Anexo V (Meireles et al., 2005).
O Parque Natural de Montesinho (PNM) integra a parte norte dos concelhos de Vinhais e Bragança, tendo por limite norte a fronteira espanhola. Tem uma área de 750 km2, correspondendo, respetivamente a cerca de a 44% e 37% das áreas destes concelhos. A carta geomorfológica, à escala 1:100 000, foi produzida no âmbito do Projecto PNAT/CTE/15008/99, “Geologia dos Parques Naturais de Montesinho e do Douro Internacional (NE Portugal): Caracterização do Património Geológico”, executado pelo INETI (atual LNEG), em parceria com a Universidade do Minho, entre 2001- 2005. Este documento integra o relatório sobre recursos e património geológico do PNM, correspondendo ao Anexo II (Meireles et al., 2005). A geomorfologia do PNM está fortemente controlada pelas estruturas tectónicas e pelas litologias. A paisagem varia em função do substrato litológico e do controlo tectónico alpino, que foi determinante no escalonamento do relevo, especialmente no sector oriental. Os relevos de maior expressão na área do PNM são as serras de Montesinho (1486m) e da Coroa (1273m). Estes constituem a terminação meridional das montanhas Galaico – Leonesas as quais atingem mais de 2000 metros de altitude alguns quilómetros a norte.
Esta carta de localização de locais de interesse geológico e concessões mineiras/ocorrências mineiras, à escala 1:100 000, foi produzida no âmbito do Projecto PNAT/CTE/15008/99, “Geologia dos Parques Naturais de Montesinho e do Douro Internacional (NE Portugal): Caracterização do Património Geológico”, executado pelo INETI (atual LNEG), em parceria com a Universidade do Minho, entre 2001-2005.
A Carta Geológica Simplificada do Parque Natural de Sintra-Cascais à escala 1:50 000 constitui uma edição conjunta do Parque Natural de Sintra Cascais (Instituto da Conservação da Natureza) e do Instituto Geológico e Mineiro que, para além da geologia, inclui também os geossítios deste Parque Natural.
A Carta Geológica dos Arredores de Lisboa à escala 1:50 000 é uma obra essencial para o estudo da geologia da região. Os trabalhos foram iniciados por Paul Choffat e concluídos, depois da morte deste geólogo, pelo pessoal técnico e colaboradores dos Serviços Geológicos. A Carta publicada entre 1935 e 1950 pelos Serviços Geológicos de Portugal é constituída por quatro folhas: Folha 1 (Sintra), Folha 2 (Loures), Folha 3 (Cascais) e Folha 4 (Lisboa). Este trabalho pioneiro de Choffat, geólogo suíço que se estabeleceu em Portugal, foi crucial para a compreensão da evolução geológica local, além de desempenhar um papel significativo no avanço das pesquisas científicas em geologia no país.