Cartografia topográfica à escala 1:10 000 da zona do Alentejo Central Zona a sul do concurso nº 5/95, produzida pelo concurso nº 12/95, segundo as regras definidas e constantes da ficha de metadados da SCN10k, composta por 1 bloco de folhas produzidas inicialmente no sistema de georreferência Hayford-Gauss/Datum73, com base num voo a preto e branco à escala 1:20000, e posteriormente transformadas para o sistema PT-TM06/ETRS89, no âmbito do concurso público nº 12/95 (136 folhas) cobrindo uma área de 533000 hectares; o EMQ da exatidão planimétrica é melhor ou igual a 2,2 metros e o da exatidão altimétrica é melhor ou igual a 2,0 metros. A exatidão temática é melhor ou igual a 95%. A consistência topológica é 100%.
Cartografia topográfica vetorial à escala 1/2000 do Plano de Intervenção em Espaço Rural do Barranco do Velho e sua envolvente, no Barranco do Velho, Freguesia de Salir, Concelho de Loulé, atualizada em Abril de 2018 por João Caldeira. Cartografia resulta da ampliação da área submetida inicialmente a homologação (processo n.º 393) bem como da atualização e retificação das incongruências detetadas durante esse processo.
Cartografia topográfica à escala 1:10 000 da área correspondente da AMBV, produzida no âmbito do Programa PROCARTA, segundo as regras definidas e constantes da ficha de metadados da SCN10k, composta por um bloco de 46 folhas cobrindo uma área de 184000 hectares, produzidas inicialmente no sistema de georreferência Hayford-Gauss/Datum73, e posteriormente transformadas para o sistema PT-TM06/ETRS89, com base num voo à escala 1:27500; o EMQ da exatidão planimétrica é melhor ou igual a 1,7 metros e o da exatidão altimétrica é melhor ou igual a 1,7 metros. A exatidão temática é melhor ou igual a 95%. A consistência topológica é 100%.
Cartografia Digital à escala 1:2000 para elaboração de projecto pela Empresa Garcia e Garcia , Multiprojectus.
Toponímia do concelho de Vila Nova de Poiares.
A Carta de Interface de Áreas Edificadas Conjuntural 2024 é um produto do Sistema de Monitorização da Ocupação do Solo (SMOS), uma iniciativa inovadora, concebida e desenvolvida pela Direção-Geral do Território, com o objetivo de produzir de forma contínua informação cartográfica sobre o uso e ocupação do solo. O SMOS utiliza os mais recentes desenvolvimentos das tecnologias do espaço e Inteligência Artificial para criar produtos com mais detalhe, qualidade, rapidez e disponibilizados com política de dados abertos. Todos os produtos podem ser visualizados no viSMOS (https://smos.dgterritorio.gov.pt/vi-smos). Este produto é experimental e representa os segmentos que integram o perímetro (interface) da Carta de Áreas edificadas (2018), classificados em função da sua proximidade a manchas de combustível e da área de tais manchas (2024). O coberto combustível foi identificado a partir da Cartografia de Ocupação do Solo Conjuntural (COSc2024), que é um produto raster com pixels de 10 metros). A análise espacial desenvolvida sobre classes predefinidas da COSc (isoladas ou agrupadas) possibilitou a identificação de quatro tipos/categorias de coberto combustível: Floresta Densa; Floresta Aberta; Matos; Vegetação herbácea espontânea. Após subdivisão do perímetro de cada área edificada 2018 em segmentos de dimensão regular (25 metros), cada segmento foi classificado em função da sua proximidade a manchas de combustível e da área de tais manchas, num dos seguintes tipos de interface conjuntural: • Direta: segmentos que possuem mancha(s) de coberto combustível de dimensão igual ou superior a 0.1 ha a uma distância igual ou inferior a 10 metros. • Indireta 1: segmentos que não são interface direta e possuem mancha(s) de coberto combustível de dimensão igual ou superior a 0.1 ha a uma distância superior a 10 metros, mas igual ou inferior a 100 metros. • Indireta 2: segmentos que não são interface direta nem indireta 1 e possuem mancha(s) de coberto combustível de dimensão igual ou superior a 1 ha a uma distância superior a 100 metros, mas igual ou inferior a 500 metros. • Nula: segmentos remanescentes (distam mais 100 metros de manchas de combustível com ≥0.1 ha e mais de 500 metros de manchas de combustível com ≥1 ha). A DGT produz atualmente dois tipos de Cartas de Interface de Áreas Edificadas: a estrutural e a conjuntural. Para além de pequenas diferenças metodológicas na sua produção, estas duas cartas diferem na fonte utilizada para identificação do coberto combustível. Na carta estrutural o coberto combustível é identificado através da Carta de Uso de Ocupação do Solo (COS) e na carta conjuntural o coberto combustível é identificado através da COSc. Estas duas cartografias têm unidades mínimas cartográficas (UMC) diferentes, i.e. a COS tem uma UMC de 1ha e a COSc tem pixels de 10 m, mas a principal diferença deve-se ao facto da COS ser uma cartografia de uso e ocupação do solo e a COSc de ocupação do solo. Por exemplo, uma área de uso florestal na COS, pode ser classificada na COSc como Matos ou Vegetação herbácea espontânea se nesse ano estiver temporariamente desarborizada. Este produto foi desenvolvido pela DGT no âmbito do projeto POSEUR-02-1810-FC-000504. Informação adicional sobre este conjunto de dados e os seus atributos está disponível em: https://geo2.dgterritorio.gov.pt/info/CartografiaAreasEdificadas2024_DGT_POSEUR_Visualizador.pdf Se não está familiarizado com a disponibilização de dados geográficos através de serviços de visualização (e.g., WMS) e descarregamento pode consultar os Guias de Apoio na página de dados abertos da DGT (https://www.dgterritorio.gov.pt/dados-abertos).
A Carta de Interface de Áreas Edificadas Estrutural 2018 é um produto do Sistema de Monitorização da Ocupação do Solo (SMOS), uma iniciativa inovadora, concebida e desenvolvida pela Direção-Geral do Território, com o objetivo de produzir de forma contínua informação cartográfica sobre o uso e ocupação do solo. O SMOS utiliza os mais recentes desenvolvimentos das tecnologias do espaço e Inteligência Artificial para criar produtos com mais detalhe, qualidade, rapidez e disponibilizados com política de dados abertos. Todos os produtos podem ser visualizados no viSMOS. (https://smos.dgterritorio.gov.pt/vi-smos) Este produto representa os segmentos que integram o perímetro (interface) da Carta de Áreas Edificadas (2018), classificados em função da sua proximidade a coberto combustível (2018). Este tipo de coberto foi identificado com base nas classes da Carta de Uso e Ocupação do Solo (COS) que mais arderam no período 2010-2018. Na produção desta carta o perímetro de cada área edificada (2018) foi subdividido em segmentos de dimensão irregular, resultantes da análise do tipo de coberto (combustível vs. não combustível) em torno da área edificada. Na subdivisão do perímetro assegurou-se que cada segmento fosse adjacente a um único tipo de coberto. Posteriormente cada segmento foi classificado em função da sua proximidade a coberto combustível num dos seguintes tipos de interface estrutural: • Direta: segmentos que estão em contacto imediato com coberto combustível. • Indireta: segmentos que distam até 500 metros de coberto combustível. • Nula: segmentos que distam mais de 500 metros de coberto combustível. Este produto foi desenvolvido pela DGT no âmbito do projeto POSEUR-02-1810-FC-000504 e representa a antiga Carta da Interface Urbano-Rural 2018, cuja designação foi alterada em consonância com os termos utilizados pelo Regime Jurídico do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (DL 82/2021). A DGT produz atualmente dois tipos de Cartas de Interface de Áreas Edificadas: a estrutural e a conjuntural. Para além de pequenas diferenças metodológicas na sua produção, estas duas cartas diferem na fonte utilizada para identificação do coberto combustível. Na carta estrutural o coberto combustível é identificado através da COS e na carta conjuntural o coberto combustível é identificado através da Carta de Ocupação do Solo Conjuntural (COSc). Estas duas cartografias têm unidades mínimas cartográficas (UMC) diferentes, i.e., a COS tem uma UMC de 1ha e a COSc tem pixels de 10 m, mas a principal diferença deve-se ao facto de a COS ser uma cartografia de uso e ocupação do solo e a COSc de ocupação do solo. Por exemplo, uma área de uso florestal na COS, pode ser classificada na COSc como Matos ou Vegetação herbácea espontânea se nesse ano estiver temporariamente desarborizada. Informação adicional sobre este conjunto de dados e os seus atributos está disponível em: https://geo2.dgterritorio.gov.pt/info/CartografiaAreasEdificadas2021_DGT_POSEUR_Visualizador_junho2022.pdf Se não está familiarizado com a disponibilização de dados geográficos através de serviços de visualização (e.g., WMS) e descarregamento pode consultar os Guias de Apoio na página de dados abertos da DGT (https://www.dgterritorio.gov.pt/dados-abertos).
Cartografia vectorial do concelho de Lisboa, à escala 1:1000, obtida por estereorestituição. O voo foi efectuado com câmara fotogramétrica digital DMC da Intergraphem em maio de 2016. O conjunto de dados é constituido por 50 ficheiros com seccionamento de 800 m x 500 m nas direcções E-O e N-S, respectivamente. A informação encontra-se no Sistema de Referência PT-TM06/ETRS89 e a referência vertical é o Datum Altimétrico de Cascais Helmert 38.
Cartografia vectorial do concelho de Lisboa, à escala 1:1000,obtida por estereorestituição. O voo foi efectuado com câmara fotogramétrica digital DMC da Intergraphem em maio de 2016. O conjunto de dados é constituido por 50 ficheiros com seccionamento de 800 m x 500 m nas direcções E-O e N-S, respectivamente. A informação encontra-se no Sistema de Referência PT-TM06/ETRS89 e a referência vertical é o Datum Altimétrico de Cascais Helmert 38.
A Planta de Ordenamento do Plano Director Municipal (PDM) foi Rasterizada, Georreferenciada e Digitalizada em 2006 através do ArcGis. O PDM foi aprovado pela RCM n.º 54/95 de 7 de Junho de 1995. A Planta de Ordenamento do PDM pode ser consultada na Dgotdu (http://www.dgotdu.pt/channel.aspx?channelID=6B6C3143-F168-4944-A20C-0439EA10EF70&listaUltimos=1)