Série cartográfica nacional composta por 2416 folhas com seccionamento retangular de 8000m em M por 5000m em P, elaborada no sistema de georreferência PT-TM06/ETRS89, a partir de fotografia aérea por meio de restituição fotogramétrica, completagem de campo e edição cartográfica, segundo três modelos de dados - Modelo Numérico Topográfico (MNT), Modelo Numérico Cartográfico (MNC) e Modelo Numérico Altimétrico (MNA) - com multicodificação sobre os elementos gráficos ou sobre diferentes camadas, com base nos códigos e caracterização gráfica dos objetos constantes de um Catálogo de Objetos Nacional para essa série. A exatidão planimétrica é definida pelo EMQ e é melhor ou igual a 1,5 metros e a exatidão altimétrica definida pelo EMQ e é melhor ou igual a 1,7 metros. A exatidão temática é determinada pelos valores da completude e da classificação dos objetos e é melhor ou igual a 95%. A consistência topológica é 100%. A cobertura do continente por concelhos, e com indicação das atualizações já ocorridas está disponível em https://www.dgterritorio.gov.pt/sites/default/files/ficheiros-cartografia/Estado_execucao_SCN10k.pdf. A cartografia é produzida pelo setor privado da especialidade, por adjudicação da DGT, Municípios, Associações de Municípios e Comunidades Intermunicipais e submetida a homologação pela DGT
Homologação de Cartografia Topográfica Vetorial NdD2, concelho de Lagos, 21 298 hectares, com 4 Temas Específicos (para Cartoimagem). Temas Específicos: oro-hidrografia tridimensional, redes rodoviária e ferroviária e informação toponímica.
Cartografia Digital à escala 1:2000 para elaboração de projecto pela Empresa Garcia e Garcia , Multiprojectus.
Cartografia topográfica vetorial à escala 1/2000 do Plano de Intervenção em Espaço Rural do Barranco do Velho e sua envolvente, no Barranco do Velho, Freguesia de Salir, Concelho de Loulé, atualizada em Abril de 2018 por João Caldeira. Cartografia resulta da ampliação da área submetida inicialmente a homologação (processo n.º 393) bem como da atualização e retificação das incongruências detetadas durante esse processo.
Cartografia topográfica à escala 1:10 000 da zona do Alentejo Central Zona a sudeste dos blocos dos concursos nº 5/95 e nº 12/95 e a este do concurso nº 48/00, produzida pelo concurso nº 49/00 (12 folhas) cobrindo uma área de 48000 hectares, segundo as regras definidas e constantes da ficha de metadados da SCN10k, composta por 1 bloco de folhas produzidas inicialmente no sistema de georreferência Hayford-Gauss/Datum73, com base num voo a preto e branco à escala 1:33000, e posteriormente transformadas para o sistema PT-TM06/ETRS89; o EMQ da exatidão planimétrica é melhor ou igual a 2,2 metros e o da exatidão altimétrica é melhor ou igual a 2,0 metros. A exatidão temática é melhor ou igual a 95%. A consistência topológica é 100%.
Cartografia topográfica à escala 1:10 000 da área correspondente da AMLT, produzida no âmbito do Programa PROCARTA, segundo as regras definidas e constantes da ficha de metadados da SCN10k, composta por um bloco de 132 folhas cobrindo uma área de 525300 hectares, produzidas inicialmente no sistema de georreferência Hayford-Gauss/Datum73, e posteriormente transformadas para o sistema PT-TM06/ETRS89, com base num voo à escala 1:27500; o EMQ da exatidão planimétrica é melhor ou igual a 1,7 metros e o da exatidão altimétrica é melhor ou igual a 1,7 metros. A exatidão temática é melhor ou igual a 95%. A consistência topológica é 100%.
Cartografia topográfica à escala 1:10 000 da zona do Alentejo Central Zona a sul do concurso nº 5/95, produzida pelo concurso nº 12/95, segundo as regras definidas e constantes da ficha de metadados da SCN10k, composta por 1 bloco de folhas produzidas inicialmente no sistema de georreferência Hayford-Gauss/Datum73, com base num voo a preto e branco à escala 1:20000, e posteriormente transformadas para o sistema PT-TM06/ETRS89, no âmbito do concurso público nº 12/95 (136 folhas) cobrindo uma área de 533000 hectares; o EMQ da exatidão planimétrica é melhor ou igual a 2,2 metros e o da exatidão altimétrica é melhor ou igual a 2,0 metros. A exatidão temática é melhor ou igual a 95%. A consistência topológica é 100%.
Cartografia topográfica à escala 1:10 000 da área correspondente da AMMT, produzida no âmbito do Programa PROCARTA, segundo as regras definidas e constantes da ficha de metadados da SCN10k, composta por um bloco de 101 folhas cobrindo uma área de 404000 hectares, produzidas inicialmente no sistema de georreferência Hayford-Gauss/Datum73, e posteriormente transformadas para o sistema PT-TM06/ETRS89, com base num voo à escala 1:27500; o EMQ da exatidão planimétrica é melhor ou igual a 1,7 metros e o da exatidão altimétrica é melhor ou igual a 1,7 metros. A exatidão temática é melhor ou igual a 95%. A consistência topológica é 100%.
A Carta de Interface de Áreas Edificadas Estrutural 2018 é um produto do Sistema de Monitorização da Ocupação do Solo (SMOS), uma iniciativa inovadora, concebida e desenvolvida pela Direção-Geral do Território, com o objetivo de produzir de forma contínua informação cartográfica sobre o uso e ocupação do solo. O SMOS utiliza os mais recentes desenvolvimentos das tecnologias do espaço e Inteligência Artificial para criar produtos com mais detalhe, qualidade, rapidez e disponibilizados com política de dados abertos. Todos os produtos podem ser visualizados no viSMOS. (https://smos.dgterritorio.gov.pt/vi-smos) Este produto representa os segmentos que integram o perímetro (interface) da Carta de Áreas Edificadas (2018), classificados em função da sua proximidade a coberto combustível (2018). Este tipo de coberto foi identificado com base nas classes da Carta de Uso e Ocupação do Solo (COS) que mais arderam no período 2010-2018. Na produção desta carta o perímetro de cada área edificada (2018) foi subdividido em segmentos de dimensão irregular, resultantes da análise do tipo de coberto (combustível vs. não combustível) em torno da área edificada. Na subdivisão do perímetro assegurou-se que cada segmento fosse adjacente a um único tipo de coberto. Posteriormente cada segmento foi classificado em função da sua proximidade a coberto combustível num dos seguintes tipos de interface estrutural: • Direta: segmentos que estão em contacto imediato com coberto combustível. • Indireta: segmentos que distam até 500 metros de coberto combustível. • Nula: segmentos que distam mais de 500 metros de coberto combustível. Este produto foi desenvolvido pela DGT no âmbito do projeto POSEUR-02-1810-FC-000504 e representa a antiga Carta da Interface Urbano-Rural 2018, cuja designação foi alterada em consonância com os termos utilizados pelo Regime Jurídico do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (DL 82/2021). A DGT produz atualmente dois tipos de Cartas de Interface de Áreas Edificadas: a estrutural e a conjuntural. Para além de pequenas diferenças metodológicas na sua produção, estas duas cartas diferem na fonte utilizada para identificação do coberto combustível. Na carta estrutural o coberto combustível é identificado através da COS e na carta conjuntural o coberto combustível é identificado através da Carta de Ocupação do Solo Conjuntural (COSc). Estas duas cartografias têm unidades mínimas cartográficas (UMC) diferentes, i.e., a COS tem uma UMC de 1ha e a COSc tem pixels de 10 m, mas a principal diferença deve-se ao facto de a COS ser uma cartografia de uso e ocupação do solo e a COSc de ocupação do solo. Por exemplo, uma área de uso florestal na COS, pode ser classificada na COSc como Matos ou Vegetação herbácea espontânea se nesse ano estiver temporariamente desarborizada. Informação adicional sobre este conjunto de dados e os seus atributos está disponível em: https://geo2.dgterritorio.gov.pt/info/CartografiaAreasEdificadas2021_DGT_POSEUR_Visualizador_junho2022.pdf Se não está familiarizado com a disponibilização de dados geográficos através de serviços de visualização (e.g., WMS) e descarregamento pode consultar os Guias de Apoio na página de dados abertos da DGT (https://www.dgterritorio.gov.pt/dados-abertos).
Homologação de Cartografia Topográfica Vetorial NdD1, para o Plano de Pormenor da Quinta do Escarpão, no Concelho de Albufeira, com 389 hectares.