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  • Web feature service with the data of breeding birds in Portugal. These data provide information about distribution at certain moment in breeding species in mainland Portugal. In the cases where it is possible also characterize the abundance of national populations of these species. In the present service, the data relates only marine and coastal birds.

  • Web map service with the data of breeding birds in Portugal. These data provide information about distribution at certain moment in breeding species in mainland Portugal. In the cases where it is possible also characterize the abundance of national populations of these species. In the present service, the map relates only marine and coastal birds.

  • Cartografia vectorial do concelho de Lisboa, à escala 1:1000,obtida por estereorestituição. O voo foi efectuado com câmara fotogramétrica digital DMC da Intergraphem em maio de 2016. O conjunto de dados é constituido por 50 ficheiros com seccionamento de 800 m x 500 m nas direcções E-O e N-S, respectivamente. A informação encontra-se no Sistema de Referência PT-TM06/ETRS89 e a referência vertical é o Datum Altimétrico de Cascais Helmert 38.

  • Cartografia topográfica à escala 1:1000 da Tapada de Fátima. A informação encontra-se estruturada em vários níveis: altimetria, hidrografia, toponímia, simbologia, cobertura vegetal e rede rodoviária.

  • Cartografia topográfica à escala 1:10 000 da zona de Trás-os-Montes, produzida segundo as regras definidas e constantes da ficha de metadados da SCN10k, composta por dois blocos de folhas inicialmente no sistema de georreferência Hayford-Gauss/Datum73, e posteriormente transformadas para o sistema PT-TM06/ETRS89, no âmbito do concurso público nº 5/95 (181 folhas) cobrindo uma área de 613000 hectares com exceção da área no interior do bloco correspondente ao concurso nº6/95; o EMQ da exatidão planimétrica é melhor ou igual a 2,2 metros e o da exatidão altimétrica é melhor ou igual a 2,0 metros. A exatidão temática é melhor ou igual a 95%. A consistência topológica é 100%.

  • A Carta de Interface de Áreas Edificadas Estrutural 2018 é um produto do Sistema de Monitorização da Ocupação do Solo (SMOS), uma iniciativa inovadora, concebida e desenvolvida pela Direção-Geral do Território, com o objetivo de produzir de forma contínua informação cartográfica sobre o uso e ocupação do solo. O SMOS utiliza os mais recentes desenvolvimentos das tecnologias do espaço e Inteligência Artificial para criar produtos com mais detalhe, qualidade, rapidez e disponibilizados com política de dados abertos. Todos os produtos podem ser visualizados no viSMOS. (https://smos.dgterritorio.gov.pt/vi-smos) Este produto representa os segmentos que integram o perímetro (interface) da Carta de Áreas Edificadas (2018), classificados em função da sua proximidade a coberto combustível (2018). Este tipo de coberto foi identificado com base nas classes da Carta de Uso e Ocupação do Solo (COS) que mais arderam no período 2010-2018. Na produção desta carta o perímetro de cada área edificada (2018) foi subdividido em segmentos de dimensão irregular, resultantes da análise do tipo de coberto (combustível vs. não combustível) em torno da área edificada. Na subdivisão do perímetro assegurou-se que cada segmento fosse adjacente a um único tipo de coberto. Posteriormente cada segmento foi classificado em função da sua proximidade a coberto combustível num dos seguintes tipos de interface estrutural: • Direta: segmentos que estão em contacto imediato com coberto combustível. • Indireta: segmentos que distam até 500 metros de coberto combustível. • Nula: segmentos que distam mais de 500 metros de coberto combustível. Este produto foi desenvolvido pela DGT no âmbito do projeto POSEUR-02-1810-FC-000504 e representa a antiga Carta da Interface Urbano-Rural 2018, cuja designação foi alterada em consonância com os termos utilizados pelo Regime Jurídico do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (DL 82/2021). A DGT produz atualmente dois tipos de Cartas de Interface de Áreas Edificadas: a estrutural e a conjuntural. Para além de pequenas diferenças metodológicas na sua produção, estas duas cartas diferem na fonte utilizada para identificação do coberto combustível. Na carta estrutural o coberto combustível é identificado através da COS e na carta conjuntural o coberto combustível é identificado através da Carta de Ocupação do Solo Conjuntural (COSc). Estas duas cartografias têm unidades mínimas cartográficas (UMC) diferentes, i.e., a COS tem uma UMC de 1ha e a COSc tem pixels de 10 m, mas a principal diferença deve-se ao facto de a COS ser uma cartografia de uso e ocupação do solo e a COSc de ocupação do solo. Por exemplo, uma área de uso florestal na COS, pode ser classificada na COSc como Matos ou Vegetação herbácea espontânea se nesse ano estiver temporariamente desarborizada. Informação adicional sobre este conjunto de dados e os seus atributos está disponível em: https://geo2.dgterritorio.gov.pt/info/CartografiaAreasEdificadas2021_DGT_POSEUR_Visualizador_junho2022.pdf Se não está familiarizado com a disponibilização de dados geográficos através de serviços de visualização (e.g., WMS) e descarregamento pode consultar os Guias de Apoio na página de dados abertos da DGT (https://www.dgterritorio.gov.pt/dados-abertos).

  • Homologação de Cartografia Topográfica Vetorial NdD1, para o Plano de Pormenor da Quinta do Escarpão, no Concelho de Albufeira, com 389 hectares.

  • Homologação de Cartografia Topográfica Vetorial com Nível de Detalhe NdD1, para o Plano de Urbanização de Meia Praia (UOPG10), 24 hectares, na freguesia de Odiáxere, Lagos

  • A Carta de Áreas Edificadas é um produto do Sistema de Monitorização da Ocupação do Solo (SMOS), uma iniciativa inovadora, concebida e desenvolvida pela Direção-Geral do Território, com o objetivo de produzir de forma contínua informação cartográfica sobre o uso e ocupação do solo. O SMOS utiliza os mais recentes desenvolvimentos das tecnologias do espaço e Inteligência Artificial para criar produtos com mais detalhe, qualidade, rapidez e disponibilizados com política de dados abertos. Todos os produtos podem ser visualizados no viSMOS (https://smos.dgterritorio.gov.pt/vi-smos). Este produto representa as áreas edificadas de Portugal Continental. Estas áreas foram delimitadas e classificadas com base na Base de Dados de Edifícios Residenciais Clássicos 2011-2019 (INE) e em classes de território artificializado selecionadas da Carta de Uso e Ocupação do Solo (COS) de 2018 (DGT). A classificação das áreas edificadas segundo o número e o tipo de edifícios que incluem, originou três categorias: Áreas com 10 e mais edifícios residenciais; Áreas isoladas ou dispersas (podem conter 1 a 9 edifícios residenciais); Áreas não residenciais. Este conjunto de dados foi desenvolvido pela DGT no âmbito do projeto POSEUR-02-1810-FC-000504. Informação adicional sobre este conjunto de dados e os seus atributos está disponível em: https://geo2.dgterritorio.gov.pt/info/CartografiaAreasEdificadas2021_DGT_POSEUR_Visualizador_junho2022.pdf. Se não está familiarizado com a disponibilização de dados geográficos através de serviços de visualização (e.g., WMS) e descarregamento pode consultar os Guias de Apoio na página de dados abertos da DGT (https://www.dgterritorio.gov.pt/dados-abertos).

  • Informação resultante do tratamento dos dados fornecidos pelas pessoas e entidades que exercem atividades de anilhagem e recaptura de aves em Portugal. Inclui 2 camadas: - pontos da anilhagem ou recaptura das aves - distância linear, euclideana, entre recapturas