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  • Este conjunto de dados contém linhas isobatimétricas extraídas das cartas náuticas costeiras ou de aproximação - escala 1:150000: cartas 24201 a 24206 - de Caminha à Foz do Guadiana. As linhas isobatimétricas representadas a esta escala são: 0, 10, 20, 30, 50, 100, 200, 500, 1000, 2000, 3000 e 4000m.

  • WMS criado com base numa camada de informação matricial gerada a partir de uma malha regular de profundidades construída com base na informação de sondagem do IH e informação GEBCO (2008). Esta malha regular de profundidades cobre toda a Zona Económica Exclusiva (ZEE) de Portugal, com um espaçamento de 2 milhas.

  • WMS criado com a localização das bóias que constituem a Rede de bóias de monitorização permanente

  • WMS criado com a linha de costa extraída das cartas náuticas da Série Costeira à escala 1:150000.

  • WMS criado com as Unidades Administrativas Marítimas seguintes: Portugal Continental - Linhas de fecho e de base reta que suplementam a linha de base normal ; Limite exterior do mar territorial ; Limite exterior da zona contígua ; Limite exterior da zona económica exclusiva. Legislação: DR 1ª Série nº 124, Lei nº 33/77, maio de 1977 – Fixa a largura do mar territorial e estabelece uma Zona Económica de 200 milhas do Estado Português ; DR 1ª Série nº 125, Decreto-Lei nº 119/78, junho de 1978 – Zona Económica Exclusiva – Relação de coordenadas dos centros das circunferências e Relação de coordenadas de pontos de referência das delimitações (subárea 1 – Continente, subárea 2 – Madeira e subárea 3 – Açores) ; DR 1ª Série nº 275, Decreto-Lei nº 495/85, novembro de 1985 – Definição das linhas de fecho e de base reta por listas de coordenadas geográficas dos seus pontos extremos ; DR 1ª Série nº 49, fevereiro de 1986 – Retificação dos quadros anexos do DL nº 495/85 ; DR 1ª série nº 145, Lei nº 34/2006, julho de 2006 - Determina a extensão das zonas marítimas sob soberania ou jurisdição nacional e os poderes que o Estado Português nelas exerce, bem como os poderes exercidos no alto mar.

  • Ortofotomapas produzidos pela Geoglobal, Sistemas de Informação Geográfica, Lda. vôo - Abril de 2003 escala da fotografia -1:8000 área - 24 Km2 pixel - 12,5 cm datum -73

  • WMS criado com a localização dos radares HF que constituem a Rede de radares costeiros

  • WMS criado com base nas cartas da Série Sedimentológica. A "Carta dos Sedimentos Superficiais da Plataforma Continental Portuguesa" é uma publicação do Instituto Hidrográfico, integralmente financiada pelo Ministério da Defesa Nacional. Esta cartografia, pertencente à “Série Sedimentológica”, é constituída por oito folhas à escala de 1:150000 e respetivas notas explicativas: SED 1 - De Caminha a Espinho (1.ª edição), SED 2 - De Espinho ao Cabo Mondego (1.ª edição), SED 3 - Do Cabo Mondego ao Cabo Carvoeiro (1.ª edição), SED 4 - Do Cabo Carvoeiro ao Cabo da Roca (1.ª edição), SED 5 - Do Cabo da Roca ao Cabo de Sines (1.ª edição), SED 6 - Do Cabo de Sines ao Cabo de S. Vicente (1.ª edição) e SED 7/8 - Do Cabo de S. Vicente ao Rio Guadiana (2.ª edição). À data, todas as oito folhas se encontram publicadas, mas apenas a folha SED 7/8 tem a correspondente nota explicativa produzida e editada. As campanhas oceanográficas realizadas pelo Instituto Hidrográfico no âmbito do Programa SEPLAT possibilitaram a colheita de mais de 12 mil amostras de sedimentos da superfície do fundo marinho ao longo de toda a costa de Portugal continental e até aos 500m de profundidade, segundo uma malha de amostragem regular com 1 milha náutica de espaçamento médio. As amostras de sedimento assim obtidas, depois de processadas no laboratório de sedimentologia do Instituto Hidrográfico, forneceram a informação necessária ao desenho e construção das referidas cartas. A classificação adotada na "Carta dos Sedimentos Superficiais da Plataforma Continental Portuguesa" engloba informação sobre o tamanho das partículas e teor em carbonato de cálcio. O sistema de referência utilizado foi Projeção de Mercator - Elipsoide Internacional - Datum Lisboa.

  • WMS criado a partir de um CDG relativos aos Esquemas de Separação de Tráfego (EST) para segurança da navegação ao longo da costa Portuguesa, respectivamente o EST do Cabo da Roca e o EST do Cabo de São Vicente . Inclui ar Área A Evitar (AAE) das Berlengas.