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  • Estabelecimento dos limites do conjunto das 9 Zonas Vulneráveis à contaminação difusa, causada por nitratos de origem agrícola. Resolução Espacial: - Escala Equivalente: 25000; - Distância (m): 250.00.

  • Localização dos estabelecimentos de Ensino Superior, em Portugal.

  • Cartografia Numérica Topográfica à escala 1:2 000 para o Município de Portalegre. A área a cartografar numericamente à escala 1: 2 000, é composta por 28 áreas e tem a dimensão conjunta de 1718.42 ha. Para a aquisição da cartografia vetorial, o sistema de referência será o sistema de referência ETRS89-TM06.

  • Rede de Transportes rodoviários no concelho de Odivelas

  • Localização dos equipamentos escolares do concelho de Odivelas

  • Cartografia topográfica em formato vectorial à escala 1:10 000 do concelho de Odivelas. Para a elaboração desta série foram construídos dois modelos, o Modelo Numérico Topográfico (MNT) que é fundamentalmente vocacionado para utilizadores que pretendam construir um SIG. Desde modelo é derivado o Modelo Numérico Cartográfico (MNC) por aplicação das convenções cartográficas. O Modelo Numérico Altimétrico (MNA) é um subconjunto do MNT para a informação altimétrica. A informação associada ao MNT encontra-se multicodificada e estruturada segundo os domínios seguintes: rede geodésica, limites, relevo, altimetria (2D e 3D), construções, estruturas de transporte e abastecimento, áreas de lazer e recreio, vias de comunicação, áreas agrícolas e florestais, hidrografia (2D e 3D), áreas diversas e áreas industriais. A codificação é feita através de códigos de 8 dígitos identificando domínio, sub-domínio,Família e Objecto, que definem cada tipo de elemento univocamente no catálogo de objectos.

  • Contém os elementos das Áreas Aráveis, Verdes (não aráveis), Horto-Frutícolas, Vinhas e Áreas Florestais do Concelho de Estarreja.

  • O CDG- Vinhas é constituido pelo conjunto de todas as parcelas de vinha plantadas em Portugal Continental. O elemento é a parcela de vinha e é definida como sendo uma porção contínua de terreno ocupada com vinha que constitui uma entidade distinta no que respeita a destino de produção, tipo de cultura, modo de exploração,modo de condução, idade da plantação e irrigação. É caracterizada geográficamente por um poligono (limite de parcela com vinha) e por um ponto (centroíde) colocado no interior desse poligono. Sendo que o centróide é obtido a partir das coordenadas rectangulares de um ponto, sendo os seis primeiros algarismos a indicação da abcissa (X ou M) e os seis ultimos da ordenada (Y ou P) mantendo-se unívoco para todo o país. A este conjunto de 12 algarismos é dado o nome de geocódigo. Este geocódigo assegura a ligação entre a informação gráfica e alfanumerica de uma parcela de vinha. A entidade responsável pela produção, gestão e controlo do conjunto de parcelas vitícolas(Cadastro Vitícola) é o Instituto da Vinha e do Vinho I.P.(IVV,I.P.). Com a adesão de Portugal à Comunidade Económica europeia foi estabelecido o Ficheiro Vitivinícola Comunitário para uma melhor gestão e controlo do potencial vitícola. A primeira fase foi o Projecto Douro onde foram levantadas todas as parcelas vitícolas da Região demarcada do Douro e da Região Vitivinícola de Távora e Varosa e a segunda fase foi o Ficheiro Vitivinícola Simplificado em 2000 que fez o levantamento das parcelas Vitícolas do resto do país. Entre 2001 e Outubro de 2007 a actualização desta informação era feita no Sistema informação geográfica Vitícola (SIGV), e a partir de Novembro de 2007 passou a ser efectuada no Sistema de Informação da Vinha e do Vinho (SIvv) . Foram utilizados ortofotomapas de diversas origens e datas para a digitalização das parcelas.