Serviço de mapas Geo WebService (WMS) da Quadrícula 1x1 km. Quadrícula ou Rede de 1x1 km (malha quadrangular harmonizada com dimensão e georreferenciação das células normalizada) para Portugal para a qual foi calculada informação recolhida no âmbito dos Censos 2011: População Residente, Edifícios, Alojamentos e Famílias.
Serviço de mapas de visualização para o tema INSPIRE Topónimia (Geographical Names) do Anexo I da Directiva. Esta toponímia é resultado da harmonização de informação da Direção Geral do Território (DGT), do Instituto Nacional de Estatística (INE) e Instituto Hidrográfico (IH).
Serviço de mapas de descarregamento para o tema INSPIRE Topónimia (Geographical Names) do Anexo I da Directiva. Esta toponímia é resultado da harmonização de informação da Direção Geral do Território (DGT), do Instituto Nacional de Estatística (INE) e Instituto Hidrográfico (IH).
Serviço de mapas Geo WebService (WMS) dos casos notificados de doenças de declaração obrigatória Recolha de informação de todos os casos notificados de doença sujeita a notificação obrigatória de acordo com a legislação em vigor. DOENÇA DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA: Doença infeciosa, com impacto no domínio da saúde pública, que consta de legislação específica e é sujeita a declaração obrigatória assim que é feito o diagnóstico Unidade de Medida (símbolo) Número (N.º)
Cartografia topográfica à escala 1:100 000 do continente. A informação encontra-se estruturada em vários níveis: altimetria, hidrografia, rede rodoviária e ferroviária, toponímia, aglomerados populacionais, outras infra-estruturas de apoio, ocupação do solo e limites administrativos. A atualização de cada uma das 53 folhas que constituem esta Carta ocorreu entre 1960 e 2012.
A Rede Geodésica Nacional (RGN) é o conjunto de pontos (vértices geodésicos) de coordenadas determinadas com precisão. Além de servir de apoio a trabalhos de topografia e geodinâmica, é uma infraestrutura base para a definição do referencial geodésico nacional.
O Atlas Urbano 2012 é uma iniciativa da Comissão Europeia com o apoio da Agência Espacial Europeia e da Agência Europeia do Ambiente, em conjunto com os Estados-Membros. É uma cartografia temática produzida a partir de imagens de satélite, disponível em formato vetorial, com uma Unidade Mínima Cartográfica (UMC) de ≥0.25 hectares e com um sistema de classificação com 27 classes. Para o território nacional está disponível para treze cidades portuguesas (Aveiro, Braga, Coimbra, Faro, Funchal, Guimarães, Lisboa, Ponta Delgada, Póvoa do Varzim, Porto, Setúbal, Viana do Castelo e Viseu). Este conjunto de dados geográficos contém o tema Street Tree Layer (STL) que consiste numa uma camada separada da Urban Atlas 2012 e que inclui filas contíguas de árvores ou áreas de 500 m² ou mais e com uma largura mínima de 10 metros sobre "Superfícies artificiais". Informação mais detalhada sobre o Atlas 2012 encontra-se disponível em: http://mapas.dgterritorio.pt/atom-dgt/pdf-cous/AtlasUrbano/Temas_de_Muito_Grande_Resolucao_(VHRL)_2012_para_Portugal.pdf
A produção do Mapa de Dinâmicas Florestais entre 2018 e 2023 (MDF2018-2023v1.0) teve por base a Carta de Uso e Ocupação do Solo (COS), nomeadamente as edições de 2018 e 2023 da Série 2 (COS2018v3 e a COS2023v1). A COS é um produto do Sistema de Monitorização da Ocupação do Solo (SMOS) (https://smos.dgterritorio.gov.pt/). O MDF2018-2023v1.0 identifica três classes de dinâmicas florestais (Desflorestação, Nova área florestal e Alteração da espécie florestal dominante) e pode ser acedido mediante solicitação à DGT. O MDF2018-2023v1.0 foi produzido no âmbito do Investimento RE-C08-i02: Cadastro da Propriedade Rústica e Sistema de Monitorização da Ocupação do Solo associado à Reforma RE-13 – Reorganização do sistema de cadastro da propriedade rústica e do Sistema de Monitorização da Ocupação do Solo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
A Carta de Uso e Ocupação do Solo (COS) é um produto do Sistema de Monitorização da Ocupação do Solo (SMOS) (https://smos.dgterritorio.gov.pt/), uma iniciativa inovadora, concebida e desenvolvida pela Direção-Geral do Território (DGT), com o objetivo de produzir de forma contínua informação cartográfica sobre o uso e ocupação do solo. O SMOS utiliza os mais recentes desenvolvimentos das tecnologias do espaço e Inteligência Artificial para criar produtos com mais detalhe, qualidade, rapidez e disponibilizados com política de dados abertos. Todos os produtos podem ser visualizados no viSMOS (https://smos.dgterritorio.gov.pt/vi-smos). Com a produção e publicação da COS para o ano de referência 2023, a DGT passou a ter duas séries cartográficas independentes. A Série 1 (antiga) integra a COS1995v2, a COS2007v3, a COS2010v2, a COS2015v2 e a COS2018v2. A Série 2 (nova) integra a COS2018v3 e a COS2023v1. As cartografias dentro de cada série são espacial e temporalmente consistentes, mas as duas séries entre si não o são. Consequentemente, as cartografias da Série 1 não podem ser comparadas com as cartografias da Série 2. A DGT decidiu manter a disponibilização da Série 1 pelo seu interesse histórico. A DGT produziu ainda a COS2021v1.0 por atualização das áreas florestais e de mato da COS2018v2 (Série 1) através de métodos automáticos e sem edição manual, sendo assim diferente do método de produção da série histórica da Carta de Uso e Ocupação do Solo (COS). Assim, a atual COS2021v1.0 não está integrada nas séries históricas da COS devido às metodologias divergentes. As séries históricas da COS fornecem informação estrutural relacionada com o uso do solo segundo especificações técnicas bem definidas e asseguradas por interpretação visual de ortofotomapas e continua a ser a cartografia de referência a nível nacional. A COS2021v1.0 usou métodos automáticos para delimitar polígonos de uso e ocupação do solo a partir de cartografia e bases de dados auxiliares. As bases de dados foram a edição de 2021 da Carta de Ocupação do Solo Conjuntural (COSc) do Sistema de Monitorização da Ocupação do Solo (SMOS) e o Sistema de Informação Parcelar (SIP) do Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP). Os polígonos resultantes do processamento automático com uma dimensão inferior a 1 ha foram generalizadas de forma automática. A COSc2021 foi usada para identificar áreas florestais sem cobertura dominante de árvores e áreas de mato sem cobertura dominante de mato. Os polígonos a delimitar essas áreas classificam o uso do solo em concordância com a COS2018v2.0, mas com um atributo adicional a identificar a inexistência de cobertura arbórea dominante. O SIP foi usado para delimitar culturas permanentes instaladas deste 2018 em áreas florestais e de mato. Os polígonos provenientes do SIP foram classificados conforme a nomenclatura da COS. Assim, a nomenclatura da COS2021v1.0 é idêntica à nomenclatura da COS2018v2 (sistema hierárquico de classes de ocupação/uso do solo com 83 classes ao nível mais detalhado) com um atributo adicional para as áreas florestais e de mato. À semelhança da COS, a COS2021v1.0 encontra-se em formato vetorial, herdando os limites na fronteira com Espanha e no lado do mar da COS2018v2.0. A COS2021v1.0 pode ser acedida mediante solicitação à DGT. A COS2021v1.0 é financiada pelo Investimento RE-C08-i02: Cadastro da Propriedade Rústica e Sistema de Monitorização da Ocupação do Solo associado à Reforma RE-13 – Reorganização do sistema de cadastro da propriedade rústica e do Sistema de Monitorização da Ocupação do Solo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Número de Enfermeiros, com vinculo laboral que exercem funções nos hospitais públicos em 31 de Dezembro de 2015.