Serviço de visualização (WMS) que contém as posições geográficas das boias Datawell Waverider (https://datawell.nl/). Estas boias registam vários parâmetros oceanográficos, nomeadamente agitação marítima e temperatura da água do mar. Estas boias são geridas pelo Instituto Hidrográfico (https://www.hidrografico.pt/), Administração dos Portos da Região Autónoma da Madeira (https://apram.pt/) e Associação para o Estudo do Ambiente Insular (https://climaat.angra.uac.pt/boias/).
Serviço de visualização (WMS) do conjunto de dados geográficos (CDG) que contém os limites da Zona Livre Tecnológica (ZLT) Infante D. Henrique criada através da Portaria n.º 189/2022, de 25 de julho (https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/portaria/189-2022-186577200). Esta ZLT tem como objetivo experimentar e testar, nas áreas consignadas, sistemas de segurança e de defesa não tripulados e outras tecnologias em ambientes de subsuperfície, superfície (terrestre e molhado) e aéreo.
Serviço de visualização (WMS) do Conjunto de Dados Geográficos (CDG) que contém a rede de boias multiparamétricas, localizadas em Portugal Continental, mantidas pelo Instituto Hidrográfico. Estas boias são geridas pelo Instituto Hidrográfico (https://www.hidrografico.pt/), Administração dos Portos da Região Autónoma da Madeira (https://apram.pt/) e Associação para o Estudo do Ambiente Insular (https://climaat.angra.uac.pt/boias/).
WMS criado com a localização dos radares HF que constituem a Rede de radares costeiros
O Inventário Florestal Nacional (IFN) é um processo de natureza estatística e cartográfica, que tem por objetivo avaliar a abundância, estado e condição dos recursos florestais nacionais. No IFN, a produção de estatísticas baseia-se em processos de amostragem, os quais são realizados em diferentes etapas que compõem a tarefa global de Inventário.
O MAF1951-80v1.0 representa a cartografia histórica agrícola e florestal mais antiga para Portugal Continental com informação sobre o uso e ocupação do solo de enfoque agrícola e florestal para o período 1951-1980, o tipo de floresta, a espécie dominante, e outras características do povoamento ou ocupação agrícola, em formato vetorial e compatível com a nomenclatura da série COS. O MAF1951-80v1.0 resultou de um processo de digitalização e vetorização, e posterior combinação, das cartografias históricas do Segundo Inventário Florestal Nacional (1968-80) e da Segunda Carta Agrícola e Florestal de Portugal (1951-78), tendo sido o Centro de Ecologia Aplicada "Prof. Baeta Neves” (CEABN-InBIO), do Instituto Superior de Agronomia (ISA/ULisboa), a Direção-Geral do Território (DGT), e o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) as entidades responsáveis pela sua produção. A informação cartográfica do MAF1951-80v1.0 encontra-se em formato vetorial e divide o espaço em unidades de paisagem (polígonos) que partilham os conceitos de uso e ocupação do solo, não contemplando quaisquer elementos lineares ou pontuais. O MAF1951-80v1.0 tem uma unidade mínima cartográfica (UMC) de 0,2 ha e a escala equivalente é 1:25 000. A nomenclatura é constituída por um sistema de classificação do tipo a posteriori e não hierárquico, e possui 6531 combinações de ocupações/usos do solo. Cada polígono do MAF1951-80v1.0 é classificado com a combinação de ocupações/usos do solo de acordo com a homogeneização das cartografias originais em papel, e correspondente classe da nomenclatura COS. Os limites do MAF1951-80v1.0 na fronteira com Espanha e com o mar são os da Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP) versão 2020. O relatório técnico do Mapa Agrícola e Florestal de Portugal Continental 1951-1980 (MAF1951-80) está disponível em: https://geo2.dgterritorio.gov.pt/maf/MAF1951-1980_RelatorioTecnico.pdf. Se não está familiarizado com a disponibilização de dados geográficos através de serviços de visualização (e.g. WMS) e descarregamento pode consultar os Guias de Apoio na página de dados abertos da DGT (https://www.dgterritorio.gov.pt/dados-abertos).
O tema representa a relação entre o número de paragens existentes em cada freguesia da Área Metropolitana de Lisboa (AML) e a área total dessa mesma freguesia, expressa em quilómetros quadrados. Este tema permite quantificar de forma normalizada a concentração de paragens por unidade de área, permitindo identificar padrões territoriais de cobertura, concentração e distribuição da oferta de transporte público. A informação foi criada internamente pela TML utilizando dados oficiais de freguesias e paragens disponíveis na infraestrutura geográfica da TML.
O conjunto de dados “Paragens da Carris Metropolitana por Freguesia” constitui uma camada temática produzida pela Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML) no âmbito do desenvolvimento da Infraestrutura de Dados Espaciais (IDE). O objetivo deste tema é disponibilizar, para cada freguesia pertencente à Área Metropolitana de Lisboa (AML), o número total de paragens da Carris Metropolitana existentes no seu território. A informação é representada através de um único ponto por freguesia, ao qual se associa, em tabela de atributos, o número total de paragens contabilizadas para essa unidade administrativa. O dataset permite a consulta rápida, análise agregada e integração em processos de planeamento, monitorização e apoio à decisão sobre a rede de transporte público rodoviário.
Conjunto de dados referente às rotas da rede de transporte público rodoviário da Carris Metropolitana, abrangendo os 18 municípios da Área Metropolitana de Lisboa (AML). A informação foi obtida a partir de ficheiros GTFS (General Transit Feed Specification) disponibilizados pela TML, contemplando as carreiras, os trajetos e a sua representação geográfica. O conjunto foi integrado na Infraestrutura de Dados Espaciais da TML para utilização em sistemas de informação geográfica e plataformas digitais.
O presente tema reúne e caracteriza a oferta de estacionamento existente nos 18 municípios que compõem a Área Metropolitana de Lisboa (AML), constituindo uma componente essencial para a avaliação integrada das condições de acessibilidade e mobilidade urbana no contexto metropolitano. A informação foi fornecida diretamente pelos municípios da AML e posteriormente tratada, harmonizada e estruturada pela Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML) no âmbito da elaboração do Plano Metropolitano de Mobilidade Urbana Sustentável (PMMUS). O tema apresenta-se sob formato vetorial poligonal, representando as áreas territoriais dos municípios, e inclui atributos relativos à capacidade e tipologia de estacionamento disponível A representação espacial foi elaborada através de ferramentas de análise espacial e categorização temática, aplicando-se uma rule-based expression com gradiente de cor, que permite distinguir visualmente os municípios com maior ou menor número de licenças de táxi, facilitando a interpretação dos níveis de oferta no território. A informação foi obtida a partir do portal dados.gov, tendo como entidades produtoras os municípios da AML, e posteriormente harmonizada e integrada pela Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML) no âmbito do Plano Metropolitano de Mobilidade Urbana Sustentável (PMMUS), assegurando a uniformização estrutural e espacial dos dados. A categorização visual foi efetuada com base num gradiente de cor, representando os níveis de oferta de estacionamento — do menor ao maior número de lugares — permitindo uma leitura comparativa entre os diferentes municípios. Esta camada constitui um instrumento de análise estratégica para o planeamento da mobilidade e gestão do espaço público, permitindo identificar zonas com défice ou excesso de capacidade de estacionamento, apoiar políticas de intermodalidade e contribuir para a definição de soluções sustentáveis de estacionamento urbano e de interface com os transportes públicos.