Serviço de visualização (WMS) que contém as posições geográficas das boias Datawell Waverider (https://datawell.nl/). Estas boias registam vários parâmetros oceanográficos, nomeadamente agitação marítima e temperatura da água do mar. Estas boias são geridas pelo Instituto Hidrográfico (https://www.hidrografico.pt/), Administração dos Portos da Região Autónoma da Madeira (https://apram.pt/) e Associação para o Estudo do Ambiente Insular (https://climaat.angra.uac.pt/boias/).
Serviço de visualização (WMS) do Conjunto de Dados Geográficos (CDG) que contém a localização geográfica da boia Spotter (mantida pelo Instituto Hidrográfico).
Serviço de visualização (WMS) do Conjunto de Dados Geográficos (CDG) que contém a rede de boias multiparamétricas, localizadas em Portugal Continental, mantidas pelo Instituto Hidrográfico. Estas boias são geridas pelo Instituto Hidrográfico (https://www.hidrografico.pt/), Administração dos Portos da Região Autónoma da Madeira (https://apram.pt/) e Associação para o Estudo do Ambiente Insular (https://climaat.angra.uac.pt/boias/).
Serviço de visualização (WMS) do conjunto de dados geográficos (CDG) que contém os limites da Zona Livre Tecnológica (ZLT) Infante D. Henrique criada através da Portaria n.º 189/2022, de 25 de julho (https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/portaria/189-2022-186577200). Esta ZLT tem como objetivo experimentar e testar, nas áreas consignadas, sistemas de segurança e de defesa não tripulados e outras tecnologias em ambientes de subsuperfície, superfície (terrestre e molhado) e aéreo.
WMS criado com a localização dos radares HF que constituem a Rede de radares costeiros
O Inventário Florestal Nacional (IFN) é um processo de natureza estatística e cartográfica, que tem por objetivo avaliar a abundância, estado e condição dos recursos florestais nacionais. No IFN, a produção de estatísticas baseia-se em processos de amostragem, os quais são realizados em diferentes etapas que compõem a tarefa global de Inventário.
Limites da Reserva Agrícola Regional da ilha de São Miguel. A delimitação teve por base a carta da Reserva da Agrícola Regional publicada em 2013, com todas as alterações registadas desde essa data, nomeadamente com a entrada em vigor da revisão dos diversos Planos Municipais de Ordenamento do Território. A cartografia, da responsabilidade do IROA - Instituto Regional de Ordenamento Agrário, foi produzida à escala 1:25000. Este conjunto de dados integra os Conjuntos de Dados de Elevado Valor/HVD identificados de acordo com o Regulamento de Execução n.º 2023/138 da Diretiva (UE) 2019/1024, relativa aos dados abertos e à reutilização de informações do setor público.
Este conjunto de dados representa a linha de costa de Portugal continental representada na cartografia náutica da série costeira, à escala 1:150 000. A linha de costa representada nas cartas náuticas produzidas pelo Instituto Hidrográfico segue os padrões internacionais da OHI, nomeadamente o S-4 – Regulations of the IHO for International (INT) Charts and Chart Specifications, e representa a linha de preia mar máxima, ou seja, a linha de sepração terra/água. Difere da linha de costa representada na cartografia topográfica, a qual representa a linha de cota zero, ou seja, a interseção entre a superfície terrestre e o nível médio do mar. A linha de costa representada nas cartas náuticas pode sofrer atualização com a realização de novos levantamentos hidrográficos. Este conjunto de dados integra os Conjuntos de Dados de Elevado Valor/HVD identificados de acordo com o Regulamento de Execução n.º 2023/138 da Diretiva (UE) 2019/1024, relativa aos dados abertos e à reutilização de informações do setor público.
Bacias dos troços de linha de água GeoCodificadas (nível 2)
O presente conjunto de dados representa a rede ciclável existente na Área Metropolitana de Lisboa (AML), reunindo a informação proveniente dos 18 municípios que a compõem. O tema foi desenvolvido no âmbito da elaboração do Plano Metropolitano de Mobilidade Urbana Sustentável (PMMUS) e integra-se na Infraestrutura de Dados Espaciais (IDE) da Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML). A informação teve origem em múltiplas fontes municipais e foi alvo de um processo de harmonização e integração espacial rigoroso, que permitiu consolidar num único tema a rede ciclável actualmente existente na AML. O procedimento envolveu a análise comparativa e crítica de diversos dados geográficos fornecidas pelos municípios, identificando os atributos comuns, validando a coerência geométrica e topológica das infraestruturas e garantindo a consistência semântica e descritiva dos dados. O resultado final traduz-se num unico tema geográfico unificado, que representa a totalidade da rede ciclável metropolitana, distinguindo os diferentes tipos de vias cicláveis, os níveis de continuidade entre municípios. Este conjunto de dados constitui um elemento estruturante do sistema metropolitano de mobilidade, permitindo apoiar o planeamento, a monitorização e a promoção de políticas de deslocação sustentável.